Vivi.com.alguma.coisa
Depois de duas resenhas bem-sucedidas, sempre existe o problema de “o que fazer a partir de agora”. Confesso que pensei em simplesmente deixar pra lá, e voltar quando tivesse uma nova subcelebridade tirando onda de gente importante fornecendo na frente das câmeras, mas o universo das subcelebridades sempre se renova e, felizmente, apareceu na minha frente o novo da Vivi Fernandez, “Vivi.com.tesão”.
Vivi Fernandez é a ultimate subcelebrity, pelo simples fato de ter aparecido para o estrelato nos programas do Sérgio Mallandro. Apesar de fazer mais caras e bocas do que o necessário e de só contracenar com o namorado Hugo, que mantém A MESMA BARBICHA nos três filmes da série Vivi.com.*, a ex-mallandrinha gosta do riscado. Não é assim uma Márcia Imperator, que sempre foi uma atriz pornô in disguise, mas Vivi se entrega ao papel e mantém o nível do filme alto.
(Interlúdio capilar: segundo a Bia, a Vivi Fernandez estava com um “aplique-Angélica-vou-de-táxi“.)
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Para quem não entendeu: a série Vivi.com.* (Vivi.com.vc, Vivi.com.anal e Vivi.com.tesão) vem modernizar o pornô introduzindo a putaria virtual. Os enredos são os mesmos, só variando se a Vivi só faz o “básico” ou parte para anal e outra mulher, e mostram Vivi entrando na internet para marcar hot dates pela webcam, realizando um belo trabalho social ao excitar outros casais e seu namorado.
Detalhe nerd: TODOS usam notebooks Sony Vaio. Espero que a Brasileirinhas não tenha que deixar nenhum notebook no recall.
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Antes de iniciarmos a resenha, a bronca do dia: Brasileirinhas, por favor, bote um som ambiente decente nos filmes! Microfone loooooooonge… mal se ouvia qualquer coisa balbuciada pelos atores. Ridículo.
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A primeira cena tem a participação de Lana Starck, a atriz/guru oficial para subcelebridades que precisem fazer cenas lésbicas, fazendo o tipo sonho-de-consumo-da-nerdalhada: webmaster bonita, de óculos charmosos fazendo pose de pseudointelectual e soltando um “você, pessoa” (diminutivo de “você enquanto pessoa humana”); e, óbvio, muito taradona, afinal é um filme pornô de catiguria, crasse e coisas assim.
A cena em que as duas, Lana e Vivi, botam as aranhas pra brigar usando como justificativa o site da Vivi feito pela Lana é muito brega: momento clipe-do-Fantástico-dos-anos-80 com as duas se agarrando contra a luz, uma piscina cheia de pétalas de rosa e cercada de velas de milhares de cores (segundo a Bia as velas combinavam com o tom dos cabelos das atrizes) com inscrições indecifráveis em japonês e… uso de maçã verde como instrumento de luxúria! Gente, maçã como símbolo da luxúria é MUITO Capitão Óbvio!
(Interlúdio duvidoso: numa relação lésbica, quem é a passiva e quem é a ativa?)
E quando você achava que iria para a segunda cena… blé, alguém esqueceu de deixar a suíte do motel alugada por dois períodos (que feio, Brasileirinhas!). Corte abrupto, corte de cena, tiveram que trocar de suíte e chamaram o Hugo para figurar entre as moças e plantas de plástico cenográficas. Corte fantástico. Adorei! Bah, pelo menos o motel tinha duas suítes com temática amazônica, então definitivamente o corte de continuação não foi um FAIL assim tão grande. E Lana Starck se mostra bem eclética, não que seja uma Mônica Mattos, que transa quase que com qualquer coisa que se mova, mas enfim, Lana é bem eclética e joga em várias posições na cena.
Quando finalmente passamos para a segunda cena, Vivi assiste um outro casal trepando pela webcam. Aliás, a moça é bem resistente, aguentou uma boa meia hora de pancada pura com um ator animado à la coelho da Duracell. Não sei o nome da moça (que feio da minha parte!), mas já ganhou alguns pontos, pelo menos por ter sido mais animada que a Regininha Poltergeist na soma de todas as cenas do último filme dela.
Na terceira cena, Vivi e Hugo brindam a vida (coisa bonita, não?) e derramam algum espumante (ou seria champanhe
? Não dá pra ver a marca) um no outro para fazerem o solo dos dois. É óbvio que, sendo os dois namorados e coisa e tal, a cena fica bem interessante, afinal Vivi Fernandez gosta do assunto e etcétera e tal. É sempre bom ver um filme pornô com uma atriz que gosta do que está fazendo, ouviu Regininha Poltergeist?
Na quarta cena, Vivi volta a ver um casal trepando na webcam. Parece repeteco da segunda, mas não é; na segunda cena não tinham luzes de boate nem um mané afobado e sem jeito para plugar uma webcam no Vaio, então definitivamente não ficou tão boa.
E, finalmente, porque parece que ela gosta e o diretor J. Gaspar também, uma cena em que Vivi Fernandez se masturba na frente do Vaio. Ao contrário da primeira cena do Vivi.com.vc, ela não se masturba com o Vaio, somente na frente do Vaio. Será que alguém da Sony Brasil viu o Vivi.com.vc e pediu pra Brasileirinhas não usar o notebook como objeto masturbatório?
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And finally… Brasileirinhas, fala sério. DUAS horas de filme? :-O

Aproveitando o gancho do “Interlúdio duvidoso”, acabei de ver isso no digg:
http://digg.com/arts_culture/In_lesbian_relationships_is_one_partner_dominant_in_bed
Filme meio antiguinho ja ein
O Vivi.com.tesão é recentíssimo, o Vivi.com.anal já tem um tempinho e o Vivi.com.vc, o primeiro da série, já tem um certo tempo mesmo.
Carai! Resenha de filme pornô é sacanagem (O trocadilho foi infame, mas eu nem pensei nele quando escrevi.). Ainda mais lendo isso no Planeta Gnu/Linux auhauhauha. Tinha que ser nerd mesmo.
Abraços
Resenha de filme pornô, e com comentários sobre o cabelo das atrizes? MUITO BÃO!