A vida, as sagas e Caroline Miranda
Pois é, amiguentos. O novo fenômeno do pornô nacional é Caroline Miranda, a dita sobrinha da Gretchen e coisa e tal, nova rainha do bumbum e tal e coisa. E chegou arrasando, logo com dois filmes. Vamos analisar a saga (no sentido Dragon Ball Z
da palavra, claro) de Carol Miranda
pelo pornô.
Fiz Pornô… Continuo Virgem
A primeira observação é: que diferença faz eu saber que este é um filme de Paul Snake? Enfim, um momento Sexytime de Carol Miranda na mesa de sinuca marca a primeira das aparições do Capitão Óbvio na saga.
A primeira cena contou com o já conhecido “fantástico” e “bem feito” som dos filmes da Sexxy, com Carol Miranda usando A MESMA PULSEIRA nos dois filmes da saga e um vestido feito de saco de colocar defunto (será que o IML lançou uma grife e eu não sabia?) e um ator que parece cover do Mau-Mau da Malhação e que lançou temdensia de jogar água oxigenada a esmo no cabelo. Falaram algo irreconhecível do tipo “você rebola” e fizeram uma DR (se você não sabe o que é DR, você definitivamente nunca namorou). Carol deixou sugar e passar o dedo, mas nada de entrar com tudo pela porta da frente, apesar dos insistentes pedidos quase desesperados do Mau-Mau cover; no entanto, a menina mostrou toda sua experiência em fornecer a porta de trás, e isso mesmo sabendo que ela sofreu com o tamanho do Mau-Mau cover.
Na segunda cena, uma boate e uma incrível cena de cavalheirismo: o rapaz tira a camisa e coloca no chão para que Carol possa deitar em cima e ser devidamente chupada. Carol pedia pra não parar enquanto o ator bombava mais preocupado em acabar logo antes do pessoal chegar pro show (Carol canta funk, caso tenha esquecido). E, claro, nada de porta da frente. E, o que é mais incrível em termos de Sexxy, cortaram corretamente na hora do grand finale da cena!
Entre a segunda e a terceira cenas se perdeu a criatividade de Paul Snake, já que ele definitivamente não é o genial J. Gaspar, e aí ouviram o Capitão Óbvio e fizeram A MESMA CENA na terceira e quarta cenas: mulher (loura na terceira cena, morena na quarta cena) se masturba e logo aparece alguém armado. Enredo é pros fracos. E, pra não dizer que é a mesma cena, na terceira cena a loura parecia um coelhinho da Duracell porque não parava, enquanto na quarta cena a morena e o cara saíram correndo (!!!)
Perdendo o Selinho
Sim, amiguentos, Carol Miranda acreditava em príncipe encantado que iria deflorá-la numa noite mágica até que tomou um chifre do namorado com a melhor amiga. Depois se infere que Carol Miranda tem flogão, a partir da oração “Também vai receber umas fotinha dele”.
No final, Carol rompe o selinho com Victor Gaúcho, “o descabaçador”, numa vibe cover de Túlio Maravilha que, afinal, nos maravilha com o seu já conhecido banho de interpretação (quem viu “Pecados e Tentações” sabe). E noite mágica é o escambau, tem um som horroso, qualidade musical zero e um cameraman que precisa URGENTE um curso de cameraman. E tudo isso com uma lingerie de zebrinha (Capitão Óbvio virou wardrober?) e salto alto. Classe. Tela Class.
Aliás, a cena estava animadíssima. Tão animada que quase levantei pra passar um café. Talvez porque Carol estava tensa.
Enfim, o momento da defloração… frases clássicas como “pára, pára”, “tira, tira, tá doendo”, “vou pôr só a cabecinha”. Victor teve que trocar a camisinha por causa do sangue. Aliás, foi necessária uma toalha pra limpar o sangue que escorreu. E, como não poderia deixar de ser em se tratando de defloração, Carol sofre, expõe a sua dor e torna a cena tensa.
Cena, aliás, que melhora depois que, já sem o selinho, Carol fica por cima. E nos brinda com a seguinte pergunta, ao ver Victor jorrando fora: “Não tem perigo de engravidar?”. Malhação style! E, como toda usuária de flogão que se preza, Carol tira diversas fotos.
E, ufa, chegamos à segunda cena, onde o áudio continua desregulado e uma discussão filosófica digna de Malhação entre Marcelinha, Bianca Lopes e Igor sobre se Carol forneceu só a porta traseira na cena anterior é salpicada com questionamentos sobre a lotação do motel onde o filme é gravado e frases como “toda funkeira gosta” e Bianca dizendo que “eu não tenho esse problema porque não sou cabacinho”. Marcelinha se retira e Bianca, que gastou um bom dinheiro com uma lingerie de oncinha (por que? por que?) vai trepar com Igor. Cada posição é antecedida de uma discussão animada sobre como a fariam, dá gosto de ver. E a cena até ia bem, Bianca Lopes inclusive se lembrou de tirar a bota e tal. Mas…
Aí alguém tinha que colocar uma cena tosca, o telefone toca e lá vão os dois pelados correndo no meio do motel para salvar a abandonada Marcelinha no quarto do lado. Bianca Lopes sai para pegar algo e, claro, Marcelinha e Igor transam. O término da cena era tão óbvio que, ao voltar, Bianca exclama um “eu já sabia”; mas aproveita também e divide o leite com a amiga.
Na terceira cena, Carol Miranda encara o genial, fantástico, sensacional Carlão Bazuca. Fazendo a necessária observação de que a aquisição da habilidade “dar a porta da frente” melhorou muito a já excelente rede de habilidades orais e anais de Carol Miranda, fica a nota de que Carol estava bem mais à vontade. Na verdade, seria uma cena sem nenhum atrativo especial se não fosse o sensacional piti de Carlão Bazuca ao saber que Carol não era mais virgem. Sério, alguém precisa levar Carlão Bazuca para Malhação!
Concluindo a saga
Caroline Miranda tem tudo para ser uma das grandes atrizes do pornô nacional, basta perseverar no caminho e se inspirar nos exemplos de Márcia Imperator e Bruna Ferraz.

É. O Marcola outro dia me infernizou pra ver esse filme. Agora, com mais uma resenha profissa e genial do mestre Cezinha, vou providenciar de mirar mas esta película pirata \o/
Simplesmente sensacional. Vc precisa resenhar todos os filmes nacionais.
É o maior cronista do pornô nacional.
Cara, que analise profunda…É o maior cronista do pornõ nacional!!! Merece um quadro de destaque na folha de pagamento de “as brasileirinhas” e coisa parecida. Way to go, Jack the Nipper!